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Homem universal, ele se dedicou com sucesso aos mais variados campos do conhecimento. E construiu um sistema abrangente que integra o espírito e a matéria. Neste artigo, acompanhamos a fase inicial de sua trajetória.
Por José Tadeu Arantes
Numa época em que as atividades humanas se tornam cada vez mais segmentadas e os profissionais se isolam em seus estreitos nichos de especialização, temos muito que aprender com a experiência daqueles que realizaram em suas próprias vidas o ideal do "homem universal". É o caso de Rudolf Steiner (1861-1925). Ele legou ao mundo contribuições importantes em domínios tão diversos como a filosofia, a pedagogia, a medicina, a agricultura, a arquitetura e as artes plásticas. E criou a Antroposofia, um sistema abrangente, que integra conhecimentos do mundo espiritual e do mundo material e oferece orientações originais e criativas para os mais variados campos de atuação. Suas obras científicas, artísticas e espirituais e os sucessos da medicina e pedagogia antroposóficas conquistaram seguidores em todo o planeta. Não é preciso ser antroposofista para reconhecer sua genialidade.
Steiner era um gênio na acepção da palavra. É fascinante acompanhar seus passos na época da infância e da juventude, quando a descoberta do mundo e de si mesmo constituíam o prato diário.
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