Hora de demitir
Lições práticas no artigo da Harvard Business Review de Abril de 2009. Diz Robert I.Sutton, professor de Stanford University: Se demitir for inevitável, a empresa deve evitar que o processo se arraste por semanas ou meses. Quanto mais perdurar a incerteza, maior o golpe na moral. Os profissionais atualizarão seus cvs e acharão outro emprego rapidinho. As empresas devem condensar as demissões em um curto espaço de tempo. Uma vez concluídas, precisa deixar claro que não haverá mais cortes - salvo se a situação piorar muito. Um corte de grandes proporções é ruim para todos, mas causa muito menos estrago do que rodadas aparentemente infindáveis de cortes imprevisíveis.Por último,tanto aqueles que forem demitidos quanto os que permanecem sofrerão menos - e terão a empresa em maior estima - se forem tratados com compaixão e respeito. Isso significa que quem esta liderando e conduzindo o processo precisa olhar as pessoas no olho, responder suas perguntas, ouvir seus temores e agradecer de coração tanto quem fica quanto quem vai pela colaboração dada.
Um pequeno e simples guia para a tão complexa arte de administrar processos de reestruturação organizacional. Concordo com o autor e procuro ser fiel a estes princípios e influenciar os líderes nos quais convivo. O fato é que sigo encontrando executivos aparentemente bem sucedidos em suas estratégias de negócios mas que erram feio na arte do diálogo verdadeiro e honesto, do olho no olho. Mentem descaradamente. Apresentam abundância de ambições pessoais e uma escassez interesse pelos outros, de apetite para os elogios e gratidão. Portanto, são respeitados nas aparências e na conveniencia mas num nível mais profundo, desprezados, criticados e ignorados!
| postado por Cristina Aiach em |
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