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Amor por toda a vida!

Hoje recebi notícia que um amigo meu, do coração, de muitos anos, submeteu-se a uma cirurgia profunda e está diagnosticado com cancer, e já inicia o penoso processo de medicação no qual se submetem todos aqueles acometidos por esta terrível doença. Tudo muito rápido. Um duro golpe da vida.

Por um segundo, pensei que iria perde-lo. Imediatamente, o procurei e fui amorosamente recepcionada pela sua voz cansada, mas otimista e confiante.

Falamos por algum tempo sobre a vida, a familia, a esperança de viver bem e principalmente sobre o amor. O amor dos filhos, da namorada, dos amigos... o amor que sustenta a sua vida e o faz sobreviver.

Pensei em como somos economicos, tímidos, contidos na expressão do nosso afeto. Deveriamos ser mais verdadeiros, viver a vida mais autenticos, mais livres e menos sérios. Deveríamos ter mais tempo para amar, para rir, para jogar papo fora, para saber dos amigos...

Lembrei-me de Freud: PRECISAMOS COMEÇAR A AMAR, PARA NÃO ADOECER!

Graças a Deus, meu amigo está bem, para ele a vida agora, se resume em dar o que ele tem de melhor para os outros, seu amor e seu afeto. Para quem o ama, o mesmo.

Para ele, toda saúde do mundo e minha gratidão pela reflexão.


Desperdício de tempo!

Lí na Exame deste mês que apenas 1% do tempo de trabalho dos gestores das empresas brasileiras é gasto com a tarefa para a qual deveriam se dedicar mais: treinar e orientar os profissionais de sua equipe.

É o que revelou uma pesquisa da consultoria Proudfoot com 100 equipes de profissionais de grandes empresas. Em compensação, 59% do tempo é gasto na execução de tarefas burocráticas e na resolução de conflitos entre os funcionários.

Acho que existe uma dissonância entre o que as empresas exigem de seus líderes, versus a realidade que podem oferecer a eles. Na prática, o sistema hierárquico e protocolar interno é tão absorvente que dedicar tempo para as pessoas, torna-se quase inviável.

Cuidar dos outros requer uma dedicação pessoal e um tempo incrível! As empresas precisam começar a valorizar estas questões e ajustar suas métricas internas, se quiserem realmente tornarem-se competitivas, atraentes e sustentáveis!


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