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Mulheres na liderança: respeitadas ou amadas!

Excelente a matéria que o Estado publicou esta semana sobre a visão das mulheres no trabalho, escrita por Lisa Belkin, tradução do The York Times.

Não se irrite. Mas assuma o controle. Seja simpática. Mas não simpática demais. Fale com franqueza. Mas não pareça falar demais. Nunca, jamais vista roupas sexy.Faça o possível para inspirar os colegas...

E o que as mulheres devem fazer com estas informações? Transformar-se de um dia para o outro? Em quê? Como, ao mesmo tempo, devemos e não devemos ser assertivas?


As mulheres estão confusas, os homens estão confusos e ainda não temos uma explicação simples e direta para o fato de não haver mulheres suficientes em posições de liderança, disse Ilene Lang, Presidente da Catalyst, organização que estuda as mulheres no local de trabalho.

Recente estudo desta organização concluiu que as mulheres que agem de maneira coerente com os estereótipos - como concentrar-se nas relações no trabalho, expressar preocupação com as perspectivas das outras pessoas - são consideradas menos competentes. Porém, se elas se comportam de um outro jeito - como concentrar-se na tarefa, demonstrar ambição - são vistas como duras demais e anti-femininas.


Ficamos confusas com tantas informações. A saída é você ter a sua própria opinião e convicção: ser autêntica, trabalhar com honestidade, de forma equilibrada, nem muita ambição, para não tornar-se agressiva e incoveniente, nem pouca ambição, que te levaria a estagnação intelectual. Preocupar-se com os outros sim, ser doce ou assertiva, dependendo do que a situação pedir. Enfim, uma boa dose de auto-controle e conhecimento, inteligência e competência!

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Os tempos em que vivemos

Assino o Jornal O Globo. Gosto deste jornal. Direto, democrático, retrata a realidade. Saiu esta semana, sem autor definido, uma opinião curta, porém resumida e completa sobre o que estamos vivendo neste pais.

O PAÍS com a maior carga tributária entre os emergentes (35% do PIB) gasta e não tem dinheiro suficiente para fiscalizar a aviação civil, o leite, impedir a deterioração da infra-estrututra, etc.

MAIS UMA prova irrefutável de que o Estado brasileiro gasta muito e mal. No páis do assistencialismo e do empreguismo público é perigoso voar, viajar pelas estradas, comprar alimentos perecíveis e assim por diante.

QUEM RELACIONAR os dois fatos vai matar a charada dos tempos em que vivemos.


Lamentável!


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