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Uma das principais festas literárias do mundo no Brasil

Parati está pronta para receber a V Edição da FLIP - Festa Internacional de Literatura de 4 e 8 de julho, que terá cinema, exposições, teatro e uma programação especial para crianças e adolescentes.

Dedicada a Nelson Rodrigues, os dois maiores destaques vêm da África do Sul e ganharam o Prêmio Nobel: Nadine Gordimer, laureada em 1991, e J.M. Coetzee, em 2003. Além deles, 16 escritores estrangeiros estarão presentes: Ahdaf Soueif, Amós Oz, Mia Couto, Ishmael Beah, Robert Fisk, Lawrence Wright, Ignácio Padilla, entre outros.

Paralela à FLIP, a FLIPINHA forma jovens leitores e promove a valorização da cultura local em todas as comunidades da região.

Os ingressos custam R$20 (Tenda dos Autores e show de abertura) e R$6 (Tenda da Matriz). Estarão à venda de 4/junho a 3/julho, limitados a dois por mesa por pessoa (mediante apresentação do CPF). Compras pela Internet, ou tel: 11/2163-2000. Atendimento: de 2a a sábado das 9h às 22h, domingos e feriados das 11h às 19h.

Outros pontos-de-venda em SP: Livraria da Vila (V. Madalena, Lorena e Casa do Saber Itaim)

Os organizadores esperam 12 mil turistas na encantada Paraty que durante o evento, respirará cultura, mas não deixará seu lado romântico e bucólico de lado. Quem estiver por lá poderá se deliciar com encontros literários, belas praias, ilhas paradisíacas e shows de música! Tudo de bom num lugar só!


Os monges e os capitalistas na Exame

Informativa a matéria Os Monges e os Capitalistas, da edição 893 de 23 de maio da Revista Exame que relata a dominação da China no Tibete, resultando, ao mesmo tempo, no progresso e na devastação da pratica local da cultura budista tibetana.

Eu e meu marido estivemos no Tibete em 2004 (na foto, em frente ao Palácio Potala) e pude constatar os efeitos da dominação chinesa. A viagem mais encantadora de minha vida. Porem, o que pude observar foi um processo de destruição da cultura e dos valores espirituais milenares do povo tibetano. Como nos disse um tibetano: os chineses fizeram mais quartéis que escolas, e sufocam qualquer tentativa de manifestação pública ou privada de reprovação à invasão. O progresso econômico é usado como uma forma de garantir a ocupação pelos chineses han do território, da cultura e do direito à liberdade dos tibetanos de viver de acordo com seus interesses e decidir seu futuro.

Concluimos que não se trata, portanto, de uma invasão do capitalismo (que por definição preza a liberdade de escolha) mas sim uma nova forma de dominação criada pelos comunistas chineses.

Ao mesmo tempo que voltamos renovados pela beleza dos Himalaias, nos entristeceu a constatação desta realidade, aparentemente, irreversivel !


5 minutos de yoga na rotina dos trabalhadores

Notícia boa saiu ontem na coluna do Giobbi do Jornal Estado de São Paulo.

Buscando melhorar a qualidade de vida dos funcionários, metalúrgica instroduz um programa diferente na rotina dos trabalhadores. Paraliza-se o trabalho por exatos 5 minutos, a cada duas horas, para a prática da respiração da yoga. O método demonstrou-se eficaz e tem chamado a atenção da diretoria o fato das faltas terem diminuido, desde o começo do ano.

Quem lidera esta iniciativa demonstra coragem de inovar quebrando paradigmas e propondo alternativas criativas e resolutivas para o bem viver dos funcionários!


Alma do Negócio

A coluna Mercado Aberto, de Guilherme Barros, da Folha de S. Paulo, divulga em primeira mão os resultados da pesquisa realizada pelo TheNewLife, sobre o que os profissionais entendem por espiritualidade no trabalho. Veja os resultados na própria matéria. Em um mês, a pesquisa contou com 130 participantes.

Se você não participou da pesquisa, dê sua opinião pelo blog!


As Visões Celestinas

Recomendo assistir o filme A Profecia Celestina. Li o livro há 10 anos atrás e agora o filme nos convida a navegar na imaginação dos realizadores embalada a uma paisagem bucólica de cair os queixos. O filme trata de um antigo manuscrito que é encontrado nas florestas peruanas, contendo 9 visões que a humanidade precisa conhecer. Nesta trajetória, os personagens buscam a compreenção destas 9 visões:
1) Estamos redescobrindo que vivemos em um mundo misterioso, cheio de coincidências e encontros sincronizados que parecem fazer parte do destino;

2) Ao acordarmos para este mistério, criaremos um novo ponto de vista que redefinirá o universo como enérgico e sagrado;

3) Descobriremos que tudo à nossa volta, toda a matéria é originária e impulsionada por uma energia divina que estamos começando a ver e entender;

4) Sob este ponto de vista, vemos que os seres humanos sempre se sentiram inseguros e desconectados desta fonte sagrada, e tentam obter energia dominando uns aos outros. Esta luta é responsável por todos os conflitos humanos;

5) A única solução é cultivar uma conexão pessoal com o divino, uma transformação mística que nos encha de energia e amor ilimitados, amplie nossa percepção da beleza e nos eleve a um estado de consciência pessoal superior;

6) Neste conhecimento, podemos liberar nossos proprios padrões de controle e descobrir uma verdade específica, uma missão, que estamos aqui para compartilhar e que ajude a humanidade evoluir em direção a um novo nível de realidade;

7) Em busca desta missão, podemos descobrir uma intuição interna que nos mostra onde ir e o que fazer e se tivermos apenas interpretações positivas, nos trás várias coincidências que abrirão as portas para a realização da nossa missão;

8) Quando boa parte de nós entrar nessa corrente evolucionária, sempre dando energia para as pessoas que encontrarmos, construiremos uma nova cultura onde evoluiremos para um nível mais alto de energia e percepção;

9) Desta forma, participamos da longa jornada da evolução, desde o Big Bang até o último objetivo da vida: energizar nossos corpos, a cada geração, até encontrarmos um céu que possamos, finalmente, ver.


Empregados x Empreendedores

O Instituto Empreendedor Endeavor é realmente um celeiro de empreendedores talentosos. Premiou o ano passado mais uma idéia genial. A de Bueno Netto, 47 anos que em 2001 resolveu proporcionar a leitura para o cidadão brasileiro de forma ágil e a preço baixo, vendendo livros em máquinas iguais as de refrigerantes, doces e salgadinhos. Hoje são mais de 18 máquinas espalhadas nas estações do metrô e unidades do poupatempo, com mais de 500 títulos a venda.

Em uma recente viagem aos Estados Unidos, observei a quantidade de jovens empreendedores a frente de negócios inusitados, rentáveis e, mais, que trazem sentido para suas vidas e de outras pessoas. Um exemplo é Blake Mycoskie, que criou uma fábrica de sapatilhas chamada TOMS Shoes . Ele não só criou um negocio rentável e criativo, como também um compromisso: para cada sapatilha vendida, um par seria doado a uma criança carente residente em países emergentes. O cargo no cartão de Blake é ?Designer/Chief Shoe Giver? ou Chefe de Doação de Sapatilhas. Desde a sua fundação, a empresa TOMS, cuja sede fica em Los Angeles, já doou 10 mil pares para a Argentina, país escolhido por Blake para iniciar as atividades sociais de sua empresa.

As iniciativas de Bueno e Blake são inspiradoras. São ótimos exemplos de que é possível transformar uma idéia em negócio e mais que isso, num negócio que beneficie a sociedade e a faça prosperar!


Americanos preferem chefes homens a chefes mulheres

A The Gallup Organization tem estudado a natureza e o comportamento humanos por mais de 70 anos. Sua pesquisa anual sobre Educação e Trabalho nos EUA, revelou que os americanos que preferem trabalhar com um chefe masculino são aproximadamente o dobro dos que preferem chefes do sexo feminino.

Enquanto a maioria dos homens e dos jovens americanos não tem preferência pelo gênero de seus superiores nas empresas, as mulheres e os trabalhadores mais idosos preferem trabalhar com chefes do sexo masculino.

Com uma margem de 37% contra 19%, os americanos afirmam que se aceitassem um novo emprego, gostariam que seu novo chefe fosse um homem e não uma mulher. Os 43% restantes afirmam espontaneamente que o gênero não faria diferença na escolha. No decorrer dos anos, o resultado desta pesquisa sofreu algumas flutuações, mas o índice de pessoas que preferem chefes mullheres nunca ultrapassou 22%.

56% dos homens afirmam não ter preferência por chefes homens ou mulheres, enquanto 34% preferem trabalhar com chefes do sexo masculino e 10% preferem chefes do sexo feminino. Entre as mulheres, 40% afirmaram preferir um novo chefe homem, 26% uma nova chefe mulher, e 32% afirmam que o gênero não faz diferença.

Para mim, o importante é o carater e não o sexo!!


Qual o seu objetivo de vida?

Ter metas na vida é uma das formas mais eficazes de não se perder no afã de atender às demandas externas. Com um visual renovado e recheada de boas matérias, a Revista Vida Executiva tráz este mês matérias sobre os dilemas do trabalho com o papel de mãe, sobre melhores práticas em contratação e demissão de profissionais, além de dicas sobre treinamento e carreira. Neste mês, a edição também publica o artigo Qual o seu objetivo de vida? de minha autoria.

Para quem é assinante da revista Vida Executiva poderá acessá-lo on-line via UOL. O artigo também tem um link direto para o portal thenewlife, para conferir é só acessar.


Duke University patrocina pesquisa sobre fé e saúde

O Centro de Espiritualidade, Teologia e Saúde da Duke University Medical Center está buscando propostas multi-disciplinares de pesquisa para examinar como a religião e/ou a espiritualidade influenciam na saúde do indíviduo e da comunidade, focando no exercício da fé e na cura de doenças.

Liderado por Harold G. Koenig, MD, MHSc and Keith G. Meador, MD, ThM, MPH, o Centro irá conceder um grant de 2 anos a 7 projetos, no valor de U$200m (duzentos mil dólares).

Os interessados devem submeter suas cartas de intenção de 1 página até 15/07/07, sumarizando os objetivos, plano de pesquisa e orçamento preliminar. As 28 cartas selecionadas deverão submeter suas propostas completas até 1/10/07.

Os vencedores serão notificados até 1/1/08 para que as pesquisas iniciem até 1/2/08. Informações com Catherine Craver, Assistant Director - 919-660-7556

O Projeto de Pesquisa é apoiado pela John Templeton Foundation.


TheNewLife tem novo Conselheiro

Conheci Marcelo Cardoso através de meu colega José Luiz Weiss. Na ocasião, fui convidada a participar de um grupo de executivos que iniciava a discussão do tema espiritualidade na vida e na prática do trabalho. Marcelo e José Luiz são os coordenadores desta iniciativa, muito bem sucedida. Muito do que se discute nestas reuniões é o desafio do equilíbrio harmonioso entre a busca de sentido e contribuição x o retorno financeiro e a sustentabilidade.

Ao longo do tempo, tive a oportunidade de conhecer o trabalho do Marcelo na liderança da grandiosa DBM e principalmente de assistir o seu seminário A Busca de Sentido. Dizia ele nesta ocasião: Acredito numa nova consciência no trabalho, menos subordinada e omissa, mais livre e autêntica, capaz de fazer escolhas conscientes e maduras. Lá tive a certeza de que ele poderia dar ao Portal uma enorme contribuição como Conselheiro, em função de seu conhecimento profundo sobre a vida e a psicologia humana.

Semana passada, recebo a grata satisfação de seu aceite ao meu convite. È um privilégio, e ao mesmo tempo, uma responsabilidade para mim, tê-lo no Conselho Consultivo do TheNewLife.

Ao Marcelo, boas vindas e aos leitores do Portal, um presente!


Minha Experiência

O site do portal AdNews publica nota sobre a nova seção do thenewlife.

Participe você também enviando sua experiência relacionada ao trabalho para contato@thenewlife.com.br.


Feliz ou Infeliz no Trabalho ?

Felicidade no trabalho para mim é alcançar resultados num ambiente criativo e ético, para Paulo, enfrentar desafios complexos constantemente, para Mariana, ter menos responsabilidades, para Ernesto, usufruir da tecnologia para se conectar com o mundo. Será que a felicidade não é um ponto de vista individual e não coletivo ?

Talvez seja esta a resposta para a controvérsia das últimas semanas sobre o tema. A renomada Revista Exame encomendou ao Instituto Ipsos Marplan uma pesquisa nacional para aprofundar o tema com mais de mil executivos brasileiros e constatou: apesar das longas horas de trabalho e do distanciamento familiar, OS EXECUTIVOS SÃO FELIZES.

Mas vejam que intrigante. A terceira edição da Época Negócios acaba de chegar às bancas. A reportagem de capa, assinada por Amauri Segalla, traz uma pesquisa da psicóloga Betânia Tanure, sobre o grau de infelicidade dos executivos, um levantamento que reuniu depoimentos de mais de mil presidentes e diretores de empresas num período de 2 anos. Os resultados são surpreendentes: apesar de terem dinheiro e poder, os executivos brasileiros responderam: NÃO SOMOS FELIZES.

Como em qualquer pesquisa, a resposta depende da pergunta, pois não é possível resultados tão conflitantes.

Agora quem faz a pergunta sou eu: e para você, o que é felicidade no trabalho ?


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